terça-feira, 8 de outubro de 2013

felicidade

:-D
“a felicidade só faz sentido quando é compartilhada”.


sábado, 28 de setembro de 2013

a pressa do tempo...

"quero a essência, minha alma tem pressa" e fome dos melhores sabores...


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

ah, uma velhice assim, eu quero!


Eu fico com a pureza - Carol W - exposiçao Urban Arts



"conversar com elas e ver como elas percebem o mundo, foi umdos maiores aprendizados que já tive"

 "solidão é trancar a porta"

 " sonho é quando a pessoa voa"

 " universo é um vento que dá frio"

" amor é quando alguém quer a outra pessoa"

poema on line a 4 mãos

Poema a 4 mãos

Escrito em 6 de setembro de 2008

estamos no engatinhar dos sentimentos todos
e é propósito de quem nos quer ensinar
DEUS É UM GRANDE JOGADOR.
QUE GANHA TODAS.
E nos encaminha bem
MOVE AS PEÇAS PEÇAS COM BONDADE.
 nos leva por esse fio invisível cheio de sentido a ele e tão estranho a nós
AO MESMO TEMPO TÃO ÍNTIMO
É APRÓPRIA INTIMIDADE..
de tão perto, ofusca
 de tão parte, encaixa
Deus é o FUSCA quando pensamos mercedes.
é a asa quando penamos poço
a seiva quando o adubo falha
a luz que buscamos em todos os túneis
o sol nosso de cada dia
a chuva na seca da bondade
a caridade em visita
 a criança que em nós aprecia joaninhas
o esforço do broto entre as calçadas.
 o florescer primavera em qualquer tempo
o abrigo único quando o relento domina
 o lento regresso pro centro
Deus é este viés que buscamos
de todas as jóias, a mina
o brilho dos olhos no desejar dos amantes
a asa entre quedas e risos, que tramamos
O don Quixote de Cervantes
os moinhos, as esperanças, as crianças, os gira-sóis
 ele é um e todos nós
..AO MESMO TEMPO.
A mão descansada sobre o espaldar dos colos.
o olhar buscando abrigo no horizonte
A queixa acolhida.
na hora do vacilo
o sopro na ferida
 a mão que segura a testa
a dose oportuna que resta
 esse Deus que nos habita
 espia por nossas frestas
sabe das nossas entregas
e nos carrega no colo, quando queremos parar
Quando vagamos feito cão banido
é nossa ração e sentido
ou quando pássaros feridos latejantes nas distâncias dos vôos.
Deus é mãe em vigília.
Porta em espera enquanto tateamos tanto.
 é orgulho de filha e colo certo
pai por perto frente ao tremer do perigo
 Deus é abrigo
amigo que não tem hora
É amigo em sala de bate-papo em poema a 4 mãos. COMO AGORA

Idésio Oliveira e Nádia Lopes

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

terça-feira, 24 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

um olhar sobre a cidade...

Meu conceito de arte é puramente emocional, ARTE é tudo que quando expresso me toca, me arrepia, me tira do prumo, me faz repensar sentimentos e refaz meu olhar.

O Alexandre Godinho é um ARTISTA, assim maiúsculo e encantador, de tal forma dedicado e atento, que mais parece um menino brincando, a infância nos garante essa dedicação, plenitude e sensibilidade que os tempos adultos muitas vezes nos tiram, e que felizmente no Godinho são marcas permanentes.

Ele me pede um texto para a exposição de 240 anos de Porto Alegre, e me sinto honrada e feliz,  por desfrutar da sua amizade e  por saber que mais gente terá o privilégio de se sensibilizar com os olhares , cores e o talento enorme do meu amigo.

O Godinho que não nasceu aqui, mas que como eu escolheu Porto Alegre para viver , mostra cantinhos dessa cidade  sob um olhar encantado como o de um turista e íntimo como de um amante, desvendando  suas belezas com o cuidado e o deslumbramento.

Estão  aqui momentos mágicos de uma Porto Alegre ainda mais bonita, abençoada pelo olhar do fotografo Alexandre Godinho.

Essa é a força que faz dele um artista, a capacidade de sentir o  respirar das pedras , de viajar na luz , nas cores,  no céu, nas águas, a precisão do registro, a beleza...
A fotografia é  arte de  eternizar emoções.

Deliciem-se com as eternidades desse amigo e fotógrafo maravilhoso , mostrando com carinho essa cidade que pulsa e nos acolheu.

Parabéns Porto Alegre!
Parabéns meu amigo tuas fotos reafirmam:
PORTO ALEGRE É DEMAIS!
E me fazem uma turista ainda mais apaixonada pela cidade e pelo teu trabalho...

Porto Alegre - FOTOS ALEXANDRE GODINHO

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

a gente se acostuma, mas não devia...

Marina Colassanti por Abujamra...pra pensar e reabrir janelas e o peito...


segunda-feira, 29 de julho de 2013

o sonho cinematografico do Zagati ...



Conheci o Zagati num curta que vi, e nossa pensei na hora: como tem gente linda nesse mundo! Um  sonho generoso desses colocado em pratica é um alento e uma grande esperança.


sexta-feira, 26 de julho de 2013

desejo...

por que sexta-feira e desejos, combinam...


quarta-feira, 24 de julho de 2013

by- Paula Abreu - My better life :D

"Quando uma criança escuta um conto de fadas, vê um desenho ou lê um livro, ela enxerga ali expressões metafóricas de seus desafios cotidianos. Ela adora os heróis corajosos, sortudos ou habilidosos, e se identifica imediatamente com eles.
Pergunte a uma criança qual personagem ela gostaria de ser na história que acabou de ouvir, e a resposta quase sempre será o protagonista. A criança não quer ser o amigo do herói, a irmã do herói, o ratinho de estimação do herói.
A criança sempre se vê como o herói.
Certa vez, Harvey Cox, um teólogo da Harvard, estava falando para uma plateia de 600 pessoas, todas elas cristãs. Ele contava uma história bíblica em que Jesus era abordado por um homem muito rico cuja filha estava doente. A caminho da casa do homem, porém, Jesus é abordado por uma pobre mulher que toca no seu manto pra se curar de uma hemorragia. Em vez de se zangar, Jesus a cura. Quando chega finalmente na casa do homem rico, a filha já está morta. Mas Jesus ordena que ela acorde e ela obedece. No meio da palestra, Cox pediu que as pessoas na plateia que se identificassem com os personagens da história se levantassem. A maioria se identificou com a pobre mulher, ou o pai, ou a menina morta.
Em uma plateia de 600 cristãos para quem Jesus é um grande heroi que deve ser imitado o máximo possível, apenas 6 pessoas afirmaram se identificar com Jesus.
Um por cento.
Em algum momento, entre a infância dos nossos super herois e a vida adulta, aquela vontade de amarrar um lençol no pescoço e ~voar~ de cima do sofá se transforma em um desejo de que o outro, em vez da gente, seja o heroi. Porque é mais fácil adorar os herois do que imitá-los, como escreveu Scott Peck.
E se, apenas por essa semana, você escolhesse ser o protagonista da sua própria história? Se encarasse os seus ~problemas~ como desafios, como oportunidades de usar a sua criatividade, de aprender novas coisas, desenvolver novas habilidades? Se você mudasse a sua forma de ver a si mesmo e começasse a perceber que essa semana é apenas uma semana dentro de uma jornada muito maior? Quem serão os vilões da sua história nessa semana? E os seus aliados? Os velhos sábios que você vai encontrar no meio da floresta e que vão te dar exatamente a informação de que você precisava?
Como seria a sua semana se você se permitisse voltar a ser criança, amarrar o lençol no pescoço e saltar?
Se dê essa oportunidade.
O mundo precisa dos heróis, e precisa muito." Paula Abreu




fogao a lenha

                                                                         seria bom
                                                                    se alma/coração
                                                                 fossem uma espécie
                                                                   de fogão a lenha

                                                                e quando tudo esfria
                                                               se pudesse reacender...

                                                                       talvez sejam
                                                                   mas esquecemos
                                                            cadê a tranca e os gravetos
                                                             quando mais precisamos?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

mãe...

Como diz minha amiga linda Fernanda Grasselli é tão bonito enquanto eles nos enxergam assim e tão triste quando descobrem que um beijo (e pronto-pronto passou) não cura!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

poesia de presente...

ganhei Viviane Mosé da sempre linda Luciane Slomka:

"para uma nova gramática:

imagine um sentimento água. um sentimento árvore.
uma agonia vidro. uma emoção céu. uma espera pedra.
um amor manga. um colorido vento sul. um jeito casa
de ser. uma forma líquida de pensar. uma vida paredes.
uma existência mar. uma solidão cordilheira. uma
alegria pássaro em chuva fina. uma perda corpo.

acho que hoje acordei semente. tenho andado muito temporal. minha irmã vive um momento tudo. a vida às vezes transborda pelos poros. me atinge um estado livro. aurora em meus joelhos. tem pessoas ponte. algumas carregam a gravidade nas costas. já conheci gente buraco negro. eu amo o instante limo. tem um branco em mim. a vida me urca. sofro de saudade anônima. palavras me beijam a boca"

(poema do livro Pensamento Chão)


terça-feira, 30 de abril de 2013

um casal que é poesia e inspiração pura...

Lindo "casal sem vergonha" de buscar a melhor forma de ser feliz!


quarta-feira, 24 de abril de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

arte + poesia

amor tem que dar espaços
luzes nas janelas
cantos pra se esconder
ter cheiros familiares
de café recém feito
pela manhã e à tarde
cheiro de vó aconchego
tem que abraçar
dar sossego
sofás gordos almofadas
músicas gostosas livros
lembranças nas parede
amor tem que ter vida
nos tornar mais gente
e nos receber
sempre sorrindo
na porta da frente...

http://wp.clicrbs.com.br/zhmoinhos/2011/10/30/pura-emocao-e-sentimentos/?topo=13,1,1,,,13

 arte + poesia  - Clarissa Motta + Nadia Lopes - Casa de La Madre

" a vida ensina que não se aprende a viver senão vivendo..."


Por que palavra não cala e o poeta continua nos levando pra voar...

Por que palavra não cala e o poeta continua nos levando pra voar...
Bom vôo Paco Cac!


 "Palavra (a)bru(p)ta.

palavra em riste

passarinho que chora

letras são seu alpiste."



               ....


"Levo na bagagem

A camisa volta ao mundo

Já puída que me deste nos anos 60

E o destino que escolhi:

Detalhe que ninguém olha

Caçador de coisas utópicas

Mas guarde esses demorados beijos

Junto da sua vitrola

Vinho e tubo de cola

Porque daqui a pouco

Os sonhos podem se descolar da razão."

quando um poeta se vai...

LALALAMENTOTO -
para Paulo (Paco Cac) Custódio 1952/2013

"Deus pode tudo, ter vários nomes, vários rostos, até ser mais de um, sendo vários.
Deus pode ser paciencioso, observar as bobagens que fazemos, respirar fundo, levar a mão no rosto e suspirar quan
do fazemos estripulias.
Deus pode ser vascaíno, flamenguista, flanelinha, pipoqueiro, contrabandista.
Gerar energia para mover rios e mares, levar vida, de todos os modos, a todos os lugares.
Pode ser surdamente silencioso, ou silenciosamente barulhento.
Pode fazer a vida começar num breve momento e num instante breve levar-nos a voar
e a sonhar com candelabros e cataventos.
Pudesse eu pedir-lhe algo, assim faria, de pronto, sem constrangimento:
- Senhor, não leve para junto de si, tão cedo, os poetas, deixai-os ficar velhinhos, para que sofram pelo atrevimento de criar com as palavras, deixai-os por aqui, soltos e livres como pássaros sem asas.
Mas Deus, por vezes, deve sentir-se solitário, e nesses momentos sempre chama um poeta para lhe fazer companhia, para ter alguém com quem conversar, alguém com suficiente capacidade de imaginar acontecimentos.
Deus ainda tem o estranho hábito de chamar crianças para junto de si, como um velho que já viu tudo e precisa de coisas novas para serem vistas.
Poetas e crianças possuem esse dom – conceder olhos novos ao todo-poderoso,
fazendo desse jeito com que Ele permaneça botando fé na sua criação, no seu invento,
e, consequentemente, em nosso sustento.
Quando morre um poeta, então sabemos, nasce uma estrela nova no firmamento.
E o Bom Senhor recoloca as peças no tabuleiro, enquanto, sorridente, prepara um chá quente, para receber mais um companheiro."


Mário Pirata

segunda-feira, 15 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

brincando na chuva!


houve um tempo
em que eu infinita
brincava na chuva
sem medo nem gripe
com as bolitas 
brilhando nos olhos
fazia arco-íris

    Houve realmente este vácuo no tempo, onde eu desconhecia passado ou futuro, a ansiedade adulta de fazer, ainda não havia nascido, eu era realmente infinita e a vida então era simples com o viver pleno de cada minuto.
    Por desconhecer perigos não havia nenhum medo.
    A chuva era festa-benção, não dava  gripe, e ainda não existiam os vírus mórbidos que vieram depois.
   Os olhos bolitas transparentes, resplendiam cor, brilhavam
certezas e faziam arco-íris e tesouros facilmente encontráveis.
    Eu muitas vezes me pergunto onde foi parar essa criança,
talvez tenha fugido com o Papai Noel ou com o Peter Pan para Terra do Nunca, talvez tenha ficado esquecida em alguma porta do colégio, quando os meninos passaram a ter mais importância que as bonecas. Talvez tenha ido embora cansada de me esperar.
     Mas tenho esperança que seja ela, escondida em mim, que me emociona de vez enquando,  me faz esquecer o relógio e
desligar o celular, ela que injetou nos meus olhos o gosto pela
cor e a beleza, ela inventora do amor, que sempre me lembra
que vale a pena acreditar...

      Com certeza é ela , que me fez procurar poesias antigas pra pra colocar aqui e por que estava chovendo, me lembrou bolinhos de chuva, barquinhos de papel e a maravilhosa sensação de viver leve e eternamente feito criança!
 
       Não deixem a criança se perder!



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