sexta-feira, 27 de setembro de 2013

poema on line a 4 mãos

Poema a 4 mãos

Escrito em 6 de setembro de 2008

estamos no engatinhar dos sentimentos todos
e é propósito de quem nos quer ensinar
DEUS É UM GRANDE JOGADOR.
QUE GANHA TODAS.
E nos encaminha bem
MOVE AS PEÇAS PEÇAS COM BONDADE.
 nos leva por esse fio invisível cheio de sentido a ele e tão estranho a nós
AO MESMO TEMPO TÃO ÍNTIMO
É APRÓPRIA INTIMIDADE..
de tão perto, ofusca
 de tão parte, encaixa
Deus é o FUSCA quando pensamos mercedes.
é a asa quando penamos poço
a seiva quando o adubo falha
a luz que buscamos em todos os túneis
o sol nosso de cada dia
a chuva na seca da bondade
a caridade em visita
 a criança que em nós aprecia joaninhas
o esforço do broto entre as calçadas.
 o florescer primavera em qualquer tempo
o abrigo único quando o relento domina
 o lento regresso pro centro
Deus é este viés que buscamos
de todas as jóias, a mina
o brilho dos olhos no desejar dos amantes
a asa entre quedas e risos, que tramamos
O don Quixote de Cervantes
os moinhos, as esperanças, as crianças, os gira-sóis
 ele é um e todos nós
..AO MESMO TEMPO.
A mão descansada sobre o espaldar dos colos.
o olhar buscando abrigo no horizonte
A queixa acolhida.
na hora do vacilo
o sopro na ferida
 a mão que segura a testa
a dose oportuna que resta
 esse Deus que nos habita
 espia por nossas frestas
sabe das nossas entregas
e nos carrega no colo, quando queremos parar
Quando vagamos feito cão banido
é nossa ração e sentido
ou quando pássaros feridos latejantes nas distâncias dos vôos.
Deus é mãe em vigília.
Porta em espera enquanto tateamos tanto.
 é orgulho de filha e colo certo
pai por perto frente ao tremer do perigo
 Deus é abrigo
amigo que não tem hora
É amigo em sala de bate-papo em poema a 4 mãos. COMO AGORA

Idésio Oliveira e Nádia Lopes

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