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Mostrando postagens de novembro, 2014

cada novo dia é um milagre...

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Li esse texto direto é verdadeiro lá no facebook da Jussara Viaro: "Eu não trocaria meus amigos amados e surpreendentes, minha vida maravilhosa , nem os meus filhos e minha família por menos cabelos brancos ou uma barriguinha lisa .Enquanto fui envelhecendo tornei-me mais amável pra mim mesma e menos crítica de mim mesma.Eu me tornei a minha própria amiga..... Eu não me censuro por comer biscoito extra, ou por não fazer a minha cama, ou pela compra de algo bobo que eu não precisava .Eu tenho o direito de ser desarrumada, de ser extravagante.V i muitos amigos queridos deixarem esse mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento. Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogando no computador até ás quatro horas e dormir até meio-dia? eu dançarei som daqueles sucessos dos anos 70 e 80 e se eu, ao mesmo tempo chorar por um amor perdido....Eu vou. Se eu quiser eu vou andar na praia em um short excessivamente esticado sobr...

um bom mantra pra vida

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da arte de ver...e entender

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eu sempre gostei dessa constatação...

que ânsia é essa de se querer diferente?

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Sucesso & felicidade

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Sempre lembro da frase linda que aprendi com  Beto Callage e como um mantra vale ser reprisada: "Sucesso é ter o que se quer, felicidade é quer o que se tem"

abençoada fragilidade ...

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''É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitual mente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que ...