sábado, 25 de setembro de 2010

O amor é racional? Eugenio Mussak

..."A rotina que mata o amor é a rotina do que não se faz. Da declaração de amor que deixa de ser feita, do elogio economizado à roupa simples do dia a dia, do sorriso sonegado ao acordar, da palavra de carinho roubada à despedida, da comemoração não feita em qualquer conquista, do boa noite seco, sem um beijo antes de dormir.
O amor não se sustenta sem a intenção de amar e sem a ação pequena, mas constante, de alegrar o outro com sua presença. Acredito que o amor é uma grandeza que não se sutenta com o tempo. Ou aumenta ou diminui. Qual é, afinal, sua intenção?"


Parte do texto retirado da revista Vida Simples...ao que eu, que sempre inventei ou procurei mil explicações ao amor e a rotina das relações, me rendo, o que mata o amor é o descuido,a sensação burra de que uma vez conquistado nada mais exige.
Um brinde a simplicidade e ao amor diário!


Adoro essa foto,infelizmente não sei quem é o fotografo, mas admiro-o imensamente por captar essa poesia tão doce.

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